A Apple tem uma lacuna de inovação. Será que seu novo CEO vai preenchê-la?

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A Apple já foi a marca que dizia para você pensar diferente, mas hoje parece ter perdido sua centelha inovadora justamente no momento em que todo o mundo da tecnologia corre em direção à inteligência artificial. A pergunta que começa a surgir não é apenas se a Apple conseguirá inventar algo novo, mas se seu próximo CEO será realmente capaz de dar um novo impulso àquele DNA criativo que muitos consideram garantido. A ideia comum é que a Apple é, por definição, sinônimo de inovação — iPod, iPhone, iPad, todos produtos que mudaram a maneira como vivemos. Mas se você olhar para os últimos anos, a sensação é de que o ritmo parou. Há quem afirme que a empresa parou de arriscar depois de Steve Jobs, optando por aperfeiçoar em vez de revolucionar. No entanto, sempre que a Apple parece atrasada, alguém lembra que foi justamente em tempos de crise que a empresa teve suas melhores ideias. Um nome que aparece com frequência é o de Tim Cook, o atual CEO: engenheiro de logística, gênio da eficiência, mas não um visionário como Jobs. Há quem trabalhe na Apple há vinte anos e conte como a atmosfera mudou: "Hoje tudo é otimização, não existe mais a sala secreta onde se imaginava o próximo salto." No entanto, em 2007, ninguém pensava que um telefone pudesse se tornar a nossa vida digital. Quando Jobs subiu ao palco para apresentar o iPhone, havia quem risse do fato de a Apple querer desafiar a Nokia e a BlackBerry. Agora, em 2024, as grandes empresas de tecnologia estão apostando tudo na inteligência artificial e a Apple parece estar um passo atrás do Google e da Microsoft. Mas atenção, há um dado que você não pode ignorar: a Apple tem um ecossistema de um bilhão e meio de dispositivos ativos. Se um dia ela decidir lançar um assistente de IA que funcione apenas no iPhone, poderá mudar as regras do jogo novamente da noite para o dia. Quem vê a situação de fora se pergunta se o próximo CEO terá que ser um novo Jobs — visionário e volumoso — ou se a verdadeira coragem será admitir que a Apple hoje deve aprender com os outros, e não apenas surpreendê-los. Aqui está a verdadeira questão: a ser respondida: a inovação agora significa inventar algo nunca antes visto, ou saber pegar uma tecnologia já existente e transformá-la em algo que as pessoas realmente queiram usar? Não basta mais ser o primeiro, é preciso ser aquele que realmente faz a ideia funcionar. A frase a ter em mente é esta: quem pensa que a Apple ficou sem combustível, muitas vezes esquece que a sua verdadeira força não é inventar primeiro, mas mudar as regras quando todos consideram o mercado como algo decidido. Se você percebeu que sempre espera uma surpresa da Apple, no Lara Notes pode sinalizar isso com I'm In — não é um like, é como dizer: essa expectativa agora pertence a você. E se amanhã você discutir com alguém o que está faltando na inovação da Apple, no Lara Notes você pode marcar essa pessoa com Shared Offline: assim, resta a memória de uma conversa que importa. Esta Nota vem do Financial Times e economizou vários minutos de leitura para você.
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A Apple tem uma lacuna de inovação. Será que seu novo CEO vai preenchê-la?

A Apple tem uma lacuna de inovação. Será que seu novo CEO vai preenchê-la?

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