Antes de voltar com seu ex, veja ISTO

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Voltar Ou Não Voltar? O Exame Definitivo Para Reatar Um Amor. A ideia de reatar com um ex costuma causar mais desconfiança do que esperança. Por que insistir num relacionamento que já mostrou seu lado sombrio, com toda a carga de drama e confusão? Não seria apenas saudade, carência ou o impulso passageiro do desejo? Por outro lado, afirmar que ninguém pode mudar, que a experiência e o tempo não ensinam nada, é ingênuo. Entre o medo de repetir erros e a crença cega em segundas chances, existe um caminho de maturidade: o exame rigoroso, quase jurídico, da própria história a dois. Antes de aceitar aquele convite para jantar, o ex-casal deveria propor um verdadeiro “exame de reentrada”. Um processo longo, árduo, que exige disposição para olhar de frente tudo aquilo que foi terrível – não apenas os momentos bons. O ponto de partida não é o quanto sentimos falta um do outro, mas o que aprendemos no tempo separados. O único motivo legítimo para tentar de novo é a certeza de que algo realmente mudou em cada um. Esse exame pede conversas extensas, sem pressa, em que ambos precisam não só sentir, mas conseguir explicar com detalhes como mudaram, o que aprenderam, quais padrões querem evitar. Palavras vazias não servem; só quem se dedica a analisar honestamente seus próprios erros e imaturidades demonstra maturidade para tentar outra vez. O exame também exige reconhecer o que não vai mudar: quais defeitos são permanentes? O que cada um pode suportar do outro, e o que seria impossível tolerar de novo? É preciso coragem para assumir as próprias dificuldades e para admitir as do outro, por escrito, trocando análises sinceras sobre os aspectos mais insuportáveis de cada um. Só assim críticas futuras podem se transformar em projetos de mudança, e não em mágoa acumulada. Também é fundamental identificar quais sofrimentos pertencem a cada um, e não foram causados pelo parceiro – aprendizados que só aparecem quando estamos sozinhos. A experiência com outros relacionamentos, os encontros ruins e as decepções, servem de espelho: o que essas vivências ensinaram a valorizar no ex? O que se aprendeu fora dali, que poderia ser útil numa possível volta? O exame não para por aí. É preciso desenhar, juntos, seis brigas que podem acontecer no futuro e planejar alternativas para não repetir velhos padrões. E, num passo crucial, cada um deve pedir a opinião de um amigo íntimo, que acompanhou a separação, para conversar a sós com o ex e dar um parecer honesto sobre as reais chances de sucesso. Só quem convence esse amigo, com seu olhar crítico mas justo, pode dizer que está realmente pronto para um recomeço. No fim, a mensagem é clara: voltar com um ex não pode ser fruto de impulso, desejo ou saudade. É preciso entregar-se a uma lógica minuciosa e paciente, muito mais próxima da razão do que da paixão. Só assim, talvez, o novo capítulo possa ser diferente do anterior.
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