Aqui está o mais recente planejamento da empresa para bebês com genes modificados

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A próxima fronteira: a corrida para criar bebês com genes modificados. Imagine um mundo onde as futuras gerações possam nascer livres de doenças hereditárias, possivelmente até mesmo com características aprimoradas, como resistência a doenças cardíacas ou Alzheimer. Essa visão tentadora está alimentando uma nova onda de empreendedores de biotecnologia que acreditam que chegou a hora de testar rigorosamente – e talvez um dia realizar – o sonho de bebês com genes editados. Uma nova e ousada empresa está entrando nessa arena controversa, tendo garantido impressionantes US$ 30 milhões para formar uma corporação de benefício público focada na pesquisa da segurança e ética da edição do DNA de embriões humanos. A missão deles não é se precipitar na criação dos chamados bebês de grife, mas investigar metodicamente se é possível corrigir genes prejudiciais, ou até mesmo instalar genes benéficos, antes do nascimento de uma criança. A esperança é prevenir doenças na sua origem, com mudanças que poderiam ser transmitidas através de gerações. Isso não é ficção científica, mas também não é ciência convencional, pelo menos não ainda. A ideia de editar embriões humanos continua repleta de preocupações éticas, legais e científicas. Na verdade, quando os primeiros bebês com genes editados nasceram na China há apenas alguns anos, o cientista responsável acabou na prisão. Muitos países, incluindo os Estados Unidos, ainda proíbem a prática. Os críticos alertam sobre consequências desconhecidas e argumentam que a energia deve se concentrar em terapias genéticas para pacientes existentes, em vez de reescrever o destino genético das gerações futuras. Apesar da oposição, o impulso é real. Várias startups estão sendo formadas com o objetivo de desenvolver tecnologias para criar bebês com genes editados com segurança, embora permaneçam à margem da credibilidade científica. Seus fundadores argumentam que, à medida que as ferramentas de edição de genes se tornam mais precisas, a sociedade deve enfrentar a possibilidade de usá-las para aprimorar a própria espécie humana. Alguns imaginam um futuro não tão distante em que a edição do DNA de um embrião poderia ser tão rotineira — e tão acessível — quanto a fertilização in vitro é hoje. A comunidade mais ampla de tecnologia e investimento está tomando conhecimento. Figuras de alto nível no mundo das criptomoedas e capitalistas de risco estão apoiando abertamente esses esforços, vendo-os não apenas como uma oportunidade de negócio, mas como uma potencial obrigação social. Há uma sensação de que, se essas tecnologias puderem ser comprovadas como seguras, resistir à sua adoção pode ser impossível. Ainda assim, os cientistas tradicionais permanecem céticos, se não abertamente hostis. Muitas figuras importantes na edição de genes veem esses empreendimentos como distrações, na melhor das hipóteses, e experimentos perigosos, na pior, alertando que tentativas prematuras podem fazer mais mal do que bem. Alguns pediram a interrupção imediata dos esforços voltados para a edição hereditária do genoma, temendo consequências não intencionais que poderiam se propagar por gerações. No entanto, os fundadores desses novos empreendimentos permanecem inabaláveis. Sua postura pública é de cautela e responsabilidade, insistindo que, se sua pesquisa mostrar que a edição de genes não é segura, esse conhecimento por si só seria uma contribuição valiosa. Eles argumentam que a discussão aberta e o estudo rigoroso são necessários para quebrar o silêncio em torno desse tópico e para incentivar mais cientistas a opinar publicamente sobre o futuro da engenharia genética humana. À medida que o debate se intensifica, os riscos não poderiam ser maiores. O resultado desta pesquisa poderia remodelar não apenas a medicina, mas a própria natureza do que significa ser humano.
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