“O ponto mais fraco da inteligência artificial militar da OTAN não é o algoritmo. Não são os chips. Não são os cabos submarinos. O ponto mais fraco é o soldado que parou de pensar porque o algoritmo sempre esteve certo.” É o que afirma um relatório divulgado este mês pela OTAN e pelo Atlantic Council. O preocupante é que isso não se aplica apenas aos soldados. Se você usa IA no trabalho, ouça o relatório no Lara Notes.”