Um mundo sem controle de armas nucleares começa na quinta-feira
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O alvorecer da energia nuclear sem controle.
Imagine acordar em um mundo onde a frágil rede de segurança que manteve as ambições nucleares das superpotências globais sob controle desaparece de repente. Esse mundo está prestes a começar nesta quinta-feira, quando o último grande acordo que limita o número de mísseis nucleares e ogivas detidos pelos Estados Unidos e pela Rússia chegar ao fim. Por décadas, os tratados definiram os limites da corrida armamentista nuclear, limitando os arsenais e impondo transparência entre os rivais por meio de inspeções rigorosas e confiança mútua, por mais tensas que sejam.
Agora, com a expiração deste tratado final, começa uma nova era de incerteza. A estrutura estável que antes impunha restrições ao acúmulo e à modernização de armas nucleares está se dissolvendo. Sem limites vinculativos, ambos os países são deixados para calcular seus próprios riscos e ambições em um clima geopolítico tenso. O fim do controle de armas levanta profundas preocupações, não apenas para os dois países diretamente envolvidos, mas para o mundo inteiro. A ameaça de uma nova corrida armamentista se aproxima, potencialmente desestabilizando a segurança internacional e aumentando o risco de mal-entendidos ou erros de cálculo que saem do controle.
Este momento marca mais do que o fim de um documento: é o desaparecimento de um sistema que ajudou a evitar catástrofes por gerações. À medida que as últimas barreiras caem, líderes e cidadãos enfrentam a pergunta assustadora: o que acontece quando as armas mais temidas do mundo não estão mais sujeitas a supervisão ou limitação mútua?
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Um mundo sem controle de armas nucleares começa na quinta-feira